Às vezes nos deixamos se levar pelo leviano pensamento de “ser e permitir’. Sem levarmos em consideração que cada ação gera uma reação, como bem disse a professora no colegial.
Hoje aceito suavemente olhares curiosos observando minhas ações de perto. Ontem, porém, não era assim e acabava ficando preso em um mundo vazio, obstruía a capacidade de compartilhamento da inteligência. Deixava o foco em coisas menores e assim, como elas, me perdia.
Hoje vejo cada erro como algo positivo. Criando em cima destas novas apostas. Novas metas e esbravejo coragem para lutar à favor do que eu vejo como coerente, necessário, ávido, portanto, à ir além para o Bem!
Aprendi a observar os olhares das pessoas. Enxergar dentro da curiosidade delas a vontade de fazer também. De colaborar, de construir em coletivo um mundo cada vez melhor. Não que as ações aqui próximas a mim irão de fato parar as guerras, as indiferenças, as estupidez as quais somente o homem é capaz de cometer a si. Mas, vejo que, cada pequena ação nós permitimos à várias outras pessoas gerarem outras, também pequenas, ações. E isso gera reações coletivas as quais tornam um simples grão de areia e um muro gigante!
Joguei em uma lixeira galáctica – uma espécie de Buraco Negro – todos os pensamentos e pessoas que me prendiam a coisas negativas. Guardo, orgulhosamente, lembranças de tantas outras as quais respiro e luto por uma vida digna, sincera e feliz. Devo muito esse mundo novo aos meus erros, mas devo ainda mais a todas as pessoas que fazem parte da minha vida e que me permitem moldar nesse corpo, nessa mente, uma ideologia simples e objetiva, onde – inclusive – pretendo moldar também uma filha com personalidade!
Nunca devemos negar um aperto de mão. Jamais um abraço e muito menos um sorriso. Saibamos aceitar as derrotas e enxergar dentro de cada uma as soluções e razões para cada dia buscar Viver Melhor.
Eu só quero viver em paz!