Um ‘Até mais’ a mim!

É duro saber que o ‘talvez’ não seja mais o ‘possível’

E que tudo aquilo visto no por do sol eram apenas luzes multicores.

Agora o seu olhar me sufoca com uma ingratidão

Por de eu ter saído àquelas belas palavras, frases e poemas.

Algo estúpido havia de ser feito e fiz. Fiz e não queria ter feito.

O que te torna forte ou inofensivo?

É bem complicado responder isso quando se estiver em frente a um espelho

Embaçado e sujo. Onde nem minha imagem vejo.

Reflexos? Sim… Não do espelho. Mais do meu gesto infantil de achar ainda ser

Criança. Ou que uma simples carta, música, fotografia ou noticia publicada aqui ou ali, se tornaria útil para se fazer jus a existência de tal coisa.

Você não ouve. Não responde. E já se perdeu… Ficando para trás nesses dias comuns

Onde o sol sobe todo simples, bruto. Todo ‘ele mesmo’. E que as nuvens sumiram tornando tudo tão quente como minha mente ao mentir para mim mesmo, dizendo e quase soletrando tudo aquilo que não sou.

Pára.

Até mais

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Sobre sobreamente

Como um admirador nato da Arte e Cultura, analiso o mundo com base no comportamento humano e peço licença para expor a minha opinião. Costumo me enxergar como apenas mais um ilusionista nesse mundo tão caótico. Abraço!

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