A busca pela felicidade

Discutir sobre o principal foco do ser humano torna o próprio tema em algo semelhante ao ‘principio’ dele mesmo. O de ser superado.

Hoje recebi um e-mail onde é abordado um tema que leva dentro toda a ideologia de superação, de conquista. Da busca pela felicidade.

O que torna você feliz? Como você busca sua felicidade?

Em um copo de coca-cola, em um cigarro? Em um poema? Em uma letra de música? Em uma pessoa? Em um emprego? Em um sonho?

São perguntas que de qualquer forma serão interligadas a um único fator: A superação.

Em tudo que fazemos agente busca se superar. Passar de si mesmo. Apesar de muitas vezes deixarmos isso refletir na ambição de ser melhor do que qualquer outra pessoa, o que é errado. Pelo menos ao meu ver. Creio que primeiro de tudo, deveríamos buscar sempre vencer a nós mesmos. Pois somos tão fracos que não conseguimos viver na monotonia de ser sempre uma única coisa. Mais isso não vem ao caso agora…

Fato que esse e-mail que recebi constava uma discussão e essa me deixou muito intrigado e de imediatamente veio em mente postar ele aqui para que possamos discutir… nem que seja mentalmente. (rs)

Leiam o texto que recebi no e-mail encaminhando pela minha companheira de trabalho Soraya Borges.

E-mail enviado por Ana Costa

(Eis meu texto para discussão, trata-se de Roberto Freire e Fausto Brito que dizem…)

“ Risco é sinônimo de liberdade. O máximo de segurança é a escravidão.”
“ Insistimos: ninquém se faz livre sem desobedecer socialmente. Existem
movimentos que pregam a desobediência civil; acreditamos que o protesto
político deve ser mais amplo, pregando a desobediência social… Acabamos
sentindo medo diante do que é novo, daquilo que é criar, e de satisfazer
necessidades originais. Assim , ficamos sempre com receio da desobediência
social. É um receio já interiorizado, porque estabelecemos a necessidade de
viver segundo aquelas normas, segundo as instituições, como a família…Por
isso é mais fácil exercer a desobediência civil do que a desobediência
social. A civil, na verdade, não mexe psicologicamente conosco tanto quanto
mexe a desobediência social, que quando assumida coletivamente tem um alto
poder de transformação”

by: Ana Costa

Resposta de Soraya Borges:

“Como “unidade de contrários”, felicidade é eterna enquanto dura, provisória porque intensa, arrebatadora porque passa, doce porque é um pouco amarga.
Esta dialética refere-se ao ser incompleto que gostaria de ser completo, que sonha com tudo, mas precisa saber viver com pouco; que acalenta infinitas possibilidades, mas as realiza aos pedaços.
Entretanto, somente um ser incompleto pode ser aperfeiçoar.
A busca da felicidade é a prova do quanto somos capazes de nos aperfeiçoar”.

by: Soraya Borges

Agora entra vocês. O que acham desses textos? Participem por favor.

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Sobre sobreamente

Como um admirador nato da Arte e Cultura, analiso o mundo com base no comportamento humano e peço licença para expor a minha opinião. Costumo me enxergar como apenas mais um ilusionista nesse mundo tão caótico. Abraço!

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