Sua mente ler ao contrário?

Não sei o que mais me impressiona.
Se é o fato da gente saber lhe dar com os erros e mesmo assim errar,
ou o fato de ter o poder pra mudar quase tudo e no final, nada fazer.
Certo que já mencionei nosso “poder” de fingir aqui em algum texto. Mais talvez eu não tenha relatado algo semelhante a isso.

O QUE DIABOS É A LOUCURA?
O que diabos é a loucura? O que é a felicidade ou a verdade nua e crua?
O que faríamos nós se não tivéssemos a luz? Que diabos de pensamentos são esses que me seduz?

Há… A loucura. Somente ela. Sempre ela. Ali.
Do lado de cá, existem nós. Seres. Observando tudo mudar. Tudo mudar. Tudo mudando, girando, girando – sem parar.
Mais o que diabos é essa tal loucura? O que é essa tal felicidade, ou mesmo verdade, nua e crua?!

Há… A felicidade. Ou, me perdoem caros. Eis ali na nossa frente à verdade. Que com sua rigidez se banha de ouro expõe seus órgãos genitais hermafroditas excitados, limpos, depilados, carnívoros, comedores de pensamentos e desejos.
Mais o que diabos é essa felicidades? Ou, me perdoem novamente. Essa… Verdade mentirosa. Que disfarçada de prazer, nos engana e nos carrega até a beira do precipício.

Falando em precipício, que luz é essa ali em baixo, multicor, linda. Vem vindo em minha direção e junto dela as nuvens que passando, indo – para o céu – n’uma única direção expões anjos que hoje nada cantam, apenas observando, tampando-os as próprias bocas, impedindo de ser exposta A LOUCURA, A VERDADE, escondendo de nós a felicidade… Ela sim, vestida de desejos, realizações, concepções, olhares, surtos, promessas, conclusões… Falta de ar. Falta da falta. Falta de tudo, inclusive do nada.
Esse precipício que leva a nós pensar sobre tudo. Sobre anjos, bestas, abestados, moças, putas, moças putas, putas bestas, anjos bestas, anjos putas. Disputa. Disputas. Diz. Avisa.
Grita.
Avisa.
Grita.
Suplica.
Mentirosa.
Vampira.
Prostituta.
E eis que surgem as nuvens escuras, tampando o que ainda restava do sol poente. Crescendo do outro lado de lá. Sorridente, trazendo junto às nuvens um mar de escuridão, onde há de surgir tantas outras putas, anjos, súplicas, abestados e bestas.

Esses são os tais pensamentos que me seduz. Se cheguei ao fim do precipício da loucura, cá irei iniciar então uma nova escavação. Cavando, sem implorar nada. Apenas farei. E muito menos pedirei. Nem rezarei um monte de rimas com ei, ai, ou, oi, e nem com as mais variadas terminações de vogais com consoantes nem visse, nem versa, tais como in, en, no, na, on, no, nem na.

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Sobre sobreamente

Como um admirador nato da Arte e Cultura, analiso o mundo com base no comportamento humano e peço licença para expor a minha opinião. Costumo me enxergar como apenas mais um ilusionista nesse mundo tão caótico. Abraço!

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