Surtos #1

As minhas dores nascem da falta que tu faz

Se não te tenho não me reconheço mais

E nesse exato momento imploro em vão, louco para saber

Quem sou, pra onde vou. Quem poderá me responder?

(…)

E cá estou.

Mais… pra onde vou?

Se daqui e ali adiante nem vejo nada

Além de pedras, formas, lembranças.

Nem mais uma frase, nem mais uma conclusão.

Mais por favor, não torne sua ausência fútil, entregando-a ao esquecimento.

Jamais negue a ti mesma a opção de eternizar aquilo, aquele, aquelas, seja o que for, em momentos os quais você há de implorar reaver como antigamente, como nesse passado presente, do agora, de hoje, de ontem, diante, daquilo tudo que se foi e de tudo, todos, tolos, todo que ainda virá.

Se tu verás adiante a noite, abrace então a escuridão.
Mais não esqueça jamais. Tu não poderás ser a única em meio a multidão.

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Sobre sobreamente

Como um admirador nato da Arte e Cultura, analiso o mundo com base no comportamento humano e peço licença para expor a minha opinião. Costumo me enxergar como apenas mais um ilusionista nesse mundo tão caótico. Abraço!

3 Respostas para “Surtos #1

  1. Day

    Que maraa. GAMEI \oo’

  2. Felipe Almeida

    esse blog é tão fino, fala sobre o quê?
    (6)

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