Why Go?

Fecha os olhos, oh menina.
Sente o vento em teu peito de mulher.
Inventa, de vez em quando, novas maneiras de sorrir.
De frente do abismo sorrir, fingindo ser quem bem quer.

Abre  os braços, sente a vida, sente, deseja.
Decide reviver tudo de novo, a cada instante, sem hesitar.
Grita, desenha, rabisca versos
Em fim, tenta de todas as formas disfarçar

Corre, corre. Pula metros e metros fugindo das lembranças.
Finge ser forte, cruel, rude, desistente ou incompleta.
Fecha a mente e mente para si, lutando contra si
No dia-a-dia de quem sabe o que quer

Sobrevive, inquieta no canto do quarto, redesenhando sonhos passados.
Aquele, que outrora existia temporariamente vivo, e que por insistência da vida
acabou se mostrando o quão incorreto tudo é.
Seja você, no fundo, você… Assim, bem assim. Do jeito que você quer.

Levanta a cabeça, oh menina.
Sente a brisa suave no teu rosto desfilar
Sente o que sempre se negou
Abre a porta, abre os braços e receba o que há muito veio para ti…

Sobreviva.

Todos os textos são de autoria de Cleyton de Paula,
não sendo permitido a cópia e publicação sem a

autorização do mesmo.
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Sobre sobreamente

Como um admirador nato da Arte e Cultura, analiso o mundo com base no comportamento humano e peço licença para expor a minha opinião. Costumo me enxergar como apenas mais um ilusionista nesse mundo tão caótico. Abraço!

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