Sou um pouco do Verso

Sou um pouco do verso,
Do inverso tirei a razão.
Sou um pouco de tudo,
Do amor, a dor da ilusão.

Sou um tanto quanto sutil,
Quando necessário sou cruel.
Sou um pouco do ar seco do sertão,
Sou o frio do sul também.

Sou a chuva que molha sua janela,
Sou aquela letra internacional.
Sou um pouco das suas dúvidas,
Sou o descaso sincero.

Sou a brisa, sou o luar, o mar de sertão.
Sou beleza, sou frieza, sou incerto não por acaso.
Sou teu sorriso,
Sou suas lágrimas antes de adormecer.

Sou um pouco de tudo,
E um pouco de nada também.
Sou sua tempestade diária.
Sou sua calmaria e em fim.

“Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher
Sou minha mãe e minha filha,
Minha irmã, minha menina
Mas sou minha, só minha e não de quem quiser
Sou Deus, tua deusa, meu amor” – Renato Russo.

Todos os textos são de autoria de Cleyton de Paula,
não sendo permitido a cópia e publicação sem a

autorização do mesmo.

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Sobre sobreamente

Como um admirador nato da Arte e Cultura, analiso o mundo com base no comportamento humano e peço licença para expor a minha opinião. Costumo me enxergar como apenas mais um ilusionista nesse mundo tão caótico. Abraço!

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