Vai embora, então…

O esquecimento brada a dureza sem perdão.
Molda nossos olhos, nos esconde diante o Não.
O desapego, o ignorar ou o desmascarar o palhaço.
É ter certeza que o teu peito servirá como uma nova cachoeira.

O adeus, porém. Nem sempre convém.
Se perde naquele momento tudo que fora trocado
Nos olhares perdidos, nas inquietações, no bravo,
Na ilusão de um momento…

Nada cura, portanto, o que um dia nunca foi valorizado.
Parte o tempo em busca do prazer em ver tudo mudar…
Ou para o tempo ai dentro e deixa o azedume servir pra ti como o gesto de comungar…

Vai embora, então…

“E diz a lenda que eles viveram felizes para sempre… Apenas, sorria.”

 

Por Cleyton de Paula
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Sobre sobreamente

Como um admirador nato da Arte e Cultura, analiso o mundo com base no comportamento humano e peço licença para expor a minha opinião. Costumo me enxergar como apenas mais um ilusionista nesse mundo tão caótico. Abraço!

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