Aceito te odiar

As vezes eu tento entender as pessoas.
E falo isso com a mais pura sinceridade.

Tento, meio que: Sempre.
E sempre acabo me deparando com fatos interessantes que me levam a questionar sobre vários fatores, dentre eles: A amizade.

Falo por mim: Penso muito que é chegado a hora de rasgar todas as escritas equivocadas dos planos que tanto almejei e dar início a uma nova fase: Recomeçar!

Reorganizar minhas idéias e minhas visões para com as pessoas.
Parar de enxergar sempre algo mais ou desejar sempre algo mais delas, quando na verdade eu deveria ou devo desejar sempre mais de mim mesmo.

Hoje tive a oportunidade de encarar esses pensamentos por horas.
Sim, eu analiso tudo que acontece ao meu redor.

Percebi que as pessoas ignoram idéias semelhantes as suas facilmente. Da mesma forma que elas, por sua vez, tentam criar laços próximos, acabam criando também, ou simplesmente, barreiras armadas com bombas atômicas.

É engraçado você encarar a realidade de vez em quando, e perceber que determinada pessoa não é como você imagina. Algumas tem uma imagem virtuosa altamente formal, acessível, mas não passam de pedra de gelo. Não passam de hipócritas necessitadas de atenção, carinho ou de alguma moda diária de: “Oi, tudo bem?”.

Chega. Chega!

Nunca fui de acordo em ter flores de plástico em minha casa, ao meu redor, aqui e ali. Acho isso um tanto quanto sem sentido e mostra como nós somos apegados ao material ou a atenção.

Tem um certo momento em que você de fato precisa aventurar-se em si e permitir a mudança. Ou “As Mudanças”.
Deixar de ser como tu é, parar de pensar no que você sempre pensa, imaginar coisas contrárias ao que tu imagina (como hoje a tarde ali no purgatório), ser um ser diferente não só para quem te observa, mas para você mesmo. Notar a diferença sempre ao olhar para o espelho, e que esse último – por favor – seja um novo, com uma nova moldura…

“De molduras eu gosto, aliás, a que levaria seu retrato foi queimado agora a pouco…”

 

Por Cleyton de Paula
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Sobre sobreamente

Como um admirador nato da Arte e Cultura, analiso o mundo com base no comportamento humano e peço licença para expor a minha opinião. Costumo me enxergar como apenas mais um ilusionista nesse mundo tão caótico. Abraço!

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