Reconheço. Recomeço.

Sou então um novo universo em expansão.
Aceitando meus erros como conquistas.
Negando constantemente o que nem deveria existir.
Redesenhando possibilidades em olhares…

Sou então um pássaro sem asas,
Ou imagino não tê-las por simplesmente
não querer sair do chão com medo
de cair novamente…

Sou um pedaço do que você um dia desejou.
Sou bem menos do que eu desejei.
Mesmo assim continuo no mesmo estúpido lugar,
Sem forças para sair, com medo de te deixar.

Sou sempre o que te faz sorrir. Ou você sabe disfarçar tão bem assim?
Sou esse que descrevo e ao mesmo tempo um assassino de sonhos, um louco qualquer.
Ou até mesmo um suicida, rasgo minhas próprias canções sempre após compô-las.

Sou um feixe de luz ao lado de uma estrela,
fugindo de sua atenção para tão logo, assim, partir sem você notar…
Tão bem como você desejou, tão logo como você fez acontecer…
Tudo mudou…

Como diz a letra daquela canção: “Nós estaremos brilhando na escuridão…”.
Mas em universos distintos, paralelos a minha estupidez…

Reconheço. Recomeço.

Por Cleyton de Paula
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Sobre sobreamente

Como um admirador nato da Arte e Cultura, analiso o mundo com base no comportamento humano e peço licença para expor a minha opinião. Costumo me enxergar como apenas mais um ilusionista nesse mundo tão caótico. Abraço!

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